Site de compartilhamento removeu o conteúdo no mesmo dia em que recebeu os avisos, de acordo com o advogado do serviço
O serviço de compartilhamento de arquivos Mega recebeu 150 notificações para violações de direitos autorais desde o seu recente lançamento. Kim Dotcom, o fundador do site, ainda está sob acusação pelo Ministério Público dos Estados Unidos por conta do Megaupload.
Um site francês parece já estar hesitante, depois de coletar links para o conteúdo armazenado no Mega, incluindo supostos arquivos do filme "Django Livre" de Tarantino ("Django Unchained", em inglês), do Office e da música "Bennie and the Jets", do Elton John.
Lançado em 20 de janeiro, o Mega permite às pessoas armazenar 50GB de conteúdo criptografado gratuitamente. Esses arquivos podem ser compartilhados entre usuários por meio de links e podem ser decifrados se o usuário que compartilha também divulgar a chave de criptografia.
O serviço foi desenvolvido com o objetivo de evitar as acusações de violação de direitos autorais que assolaram o Megaupload, fechado em janeiro de 2012. Como o conteúdo enviado é criptografado, o Mega não pode determinar o que está nos arquivos armazenados. Mas os removerá caso receba uma notificação de infração de direitos autorais.
Fonte: Uol Tecnologia
Um dos advogados do Mega e Megaupload, Ira P. Rothken, disse na quarta-feira (30/1) que o serviço tem respondido prontamente às notificações de violações de copyright, "e inclusive ajudado a corrigir avisos defeituosos ou incompletos".
"O Mega não quer que pessoas usem seus serviços de armazenamento em nuvem com propósitos de violação", disse Rothken via e-mail.
Nos EUA, prestadores de serviços podem receber notificações de violação de direitos autorais sob o Digital Millennium Copyright Act. Se válido e apresentado na forma correta, o prestador de serviços é obrigado a remover rapidamente o conteúdo, ou bloqueá-lo.
Rothken disse que os 150 pedidos, que dizem respeito a 250 arquivos, vieram dos EUA, assim como de outros países. Muitos lugares, incluindo os Estados Unidos, têm os chamados "porto seguro" disposto nas leis dos direitos autorais, que isenta provedores de responsabilidade, desde que o conteúdo ilegal seja removido.
Uma Pesquisa mostrou que o Google + ultrapassou o twitter entre as redes sociais do mundo, ficando apenas atras do gigante Facebook, uma coisa na qual muita gente desconfiava e que hoje chega não tão perto de ameaçar a rede social de Mark Zuckerberg, porém vem se aproximando a cada dia aos poucos.
O estudo mostrou que a rede social do Google tem 343 milhões de usuários ativos, enquanto o twitter chega perto dos 300 milhões, quase que igualmente ao youtube que fica empatado com o mesmo na terceira colocação.
A pesquisa monitorou 31 países e registrou um aumento de 27% do uso do Google + neste mercado, enquanto o Facebook teve um aumento de 33% em relação ao ano passado, e possui mais ou menos 1 bilhão de usuários ativos.
O Google está criando uma rede sem fio experimental que vai cobrir toda a sua sede, em Mountain View, Califórnia, nos Estados Unidos. A informação é do Wall Street Journal, que ainda afirma que a decisão pode prenunciar a criação de um serviço de redes sem fio super-rápidas e densas administrada pela gigante das buscas.
A sede do Google terá sua própria rede sem fio de alta velocidade (Foto: Divulgação)
A notícia certamente mexe com o mercado de telecomunicações, mas não há motivos para pensar que em breve você poderá estar conectando seu celular à rede do Google. O próprio Wall Street Journal lembra que segundo documentos enviados pelo Google à Comissão Federal de Comunicações dos EUA, a rede não é acessível a praticamente nenhum aparelho disponível no mercado atualmente. Além, o projeto ainda está em fase de experimento e não deve sair dos limites da sede da empresa tão cedo.
A rede do Google opera via rádio em faixa limitada entre 2.524 e 2.625 MHz, em um raio de 2 km. No entanto, a tecnologia poderia até funcionar em outros lugares, como no Japão, na China a até mesmo no Brasil, já que estes países têm operadoras que estão construindo redes sem fios usando as mesmas frequências - o que pressupõe a chegada de aparelhos compatíveis para breve.
Um porta-voz do Google declarou que a rede é para uso experimental e está sendo construída para testes e desenvolvimento de “coisas novas”. Porém, especula-se que a tecnologia seria usada para prover acesso sem fio a clientes como parte de serviços e produtos, como a banda larga de alta velocidade Google Fiber.
Iniciativa faz parte de um plano federal para baratear celulares de alta tecnologia.
iPhone 5, um dos celulares que suporta o 4G. (Fonte da imagem: Reprodução/Apple)
Uma lei do governo federal, conhecida como “Lei do Bem”, tem o objetivo de baratear o custo de smartphones no Brasil. Dessa maneira, os brasileiros vão poder comprar celulares de alta tecnologia com mais facilidade — o que também facilita o uso de crédito de maneira eficiente, ou seja, sem inadimplência.
Nesta sexta-feira (25), o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, soltou mais uma novidade sobre essa medida. Os aparelhos que puderem operar com conexões 4G devem receber benefícios maiores do governo para baratear o seu custo, o que ajuda a sanar uma das demandas do ministério da Ciência e Tecnologia.
Como isso vai funcionar?
De acordo com o site Estadão, os smartphones que suportarem 3G e custarem até R$ 1 mil não vão ser taxados com tantos impostos. Enquanto isso, os aparelhos que trabalharem com a conexão 4G e custarem até R$ 1,5 mil vão ser mais desonerados ainda. No entanto, as faixas de preço bonificadas ainda não foram realmente definidas.
Enquanto isso, o governo também está trabalhando para que a linha usada pela tecnologia 4G seja a de 700 MHz, a mesma usada em países asiáticos. Contudo, vai ser necessário fazer mais investimentos, pois essa frequência é usada pelo sinal de TV analógica, o que acarretaria problemas em cerca de 400 municípios brasileiros.
Se você assina o Netflix, talvez mais de uma pessoa use o seu login: alguém da família, ou alguém que divida a casa como você, ou um amigo seu. O Netflix sabe disse e quer separar as preferências de cada pessoa usando perfis.
O GigaOm conseguiu várias fotos dos novos perfis personalizados do Netflix, que dividem as preferências e hábitos das pessoas que usam a mesma conta.
Dessa forma, um pai não será inundados com filmes da saga Crepúsculo que a filha viu, por exemplo. O visual é mais ou menos como você esperaria, mas as imagens de perfil são rostos de desenho animado bastante genéricos.
O GigaOm lembra que esta é uma versão de teste, ou seja, pode mudar bastante até ser lançada. Além disso, o teste deve durar até seis meses, e o Netflix vai verificar se isso aumentou o uso do serviço. Se sim, a função chegará a todos; senão, não.
Ao fazer o login, o Netflix pergunta quem está usando a conta (imagem acima), para então exibir seus vídeos e recomendações
E é fácil trocar entre perfis, acessando o menu no canto superior direito
Quanto mais tempo a Samsung leva para anunciar o Galaxy S4, mais informações não confirmadas surgem sobre o celular. O mais novo rumor indica que o aparelho – ou smartphones futuros da fabricante – pode usar tecnologias de rastreamento de olhos para pausar vídeos e rolar páginas automaticamente.
Duas patentes foram registradas pela Samsung da Europa no início da semana e fazem menção justamente a esse tipo de função. As tecnologias são voltadas para smartphones, tablets e computadores e têm um nome mais direto impossível: Eye Scroll e Eye Pause.
A primeira detecta o movimento dos olhos do usuário por uma página, fazendo a rolagem automaticamente quando ele se aproxima do final. Já a segunda pausa automaticamente a reprodução de um vídeo caso o utilizador afaste o olhar da tela do aparelho. As informações, é claro, ainda não foram confirmadas pela Samsung. Via: TecMundo
Muita gente ja deve ter se perguntado qual foi o primeiro site a ser lançado no mundo? Bem a empresa NeoWin fez um levantamento dos 100 primeiros sites a serem lançados na internet, no qual o primeiro foi lançado há 19 anos atrás no qual dava o primeiro passo para a maior rede de telecomunicações atualmente.
Para fazer uma hospedagem naquela época se pagava o preço de $1,99 para registrar seu site, o primeiro a surgir foi o symbolics.com que ainda permanece no ar, fazendo 27 anos de existência.
O mais interesante é que alguma das empresas mais populares dos dias atuais foram uma das primeiras a surgirem como a Apple, Hp, Intel, Phillips entre outras.
Um novo tipo de vírus está sendo relatado por diversos usuários do Facebook nessa quarta-feira (23). Em formato de um vídeo normal compartilhado na Timeline, ele tem o título “[CHOCANTE] Aos 15 anos, ela fez isso na escola pública a cada dia! Que terrível” e atrai muitos usuários por ter uma imagem de uma menina com a calça um pouco abaixada.
Novo vírus em forma de vídeo aparece na timeline de usuários do Facebook (Foto: Reprodução)
Este não é o primeiro, e provavelmente não será o último, vírus disfarçado de vídeo de curiosidade que infesta os perfis de brasileiros nas redes sociais. Ainda não há muitas informações sobre a origem do vírus ou nem de possíveis consequências da instalação do malware no PC.
A única recomendação, entretanto, é de não clicar neste e nem em nenhum outro aparente arquivo de vídeo compartilhado no Facebook que não seja de um endereço conhecido (como Dailymotion, YouTube e o próprio serviço de vídeos da rede social). Afinal, ele pode contaminar seu PC e espalhar o mesmo vírus para outros usuários publicando-o em sua linha do tempo.
Neste caso, o tal vídeo vem ainda com a frase “Aposto que você não pode assistir a este vídeo por mais de 20 segundos!” e um endereço de um site argentino “iisjj.taller-elgallito.com.br”. Se você, por acaso, já viu o arquivo compartilhado em sua timeline e acabou clicando, é recomendado que faça uma verificação do seu computador com um programa de antivírus.
A Namco Bandai Games fez uma coletiva de imprensa anunciando a chegada de Naruto Online com o estúdio Tencet, a principal companhia chinesa de jogos online.
A empresa CyberConnect2 quem desenvolveu o jogo Naruto Ultimate , irá dá uma força desenvolvendo o jogo. Esta sera a primeira aparição da Namco Bandai em jogos online.
A nova geração de smartphones FullHD (1080p) chegou com força em 2013, e o Google não pretende ficar para trás na briga. De acordo com o site PhoneArena, a gigante das buscas pode apresentar um smartphone Nexus 5 com display de alta resolução já no primeiro semestre, juntamente com um tablet de 7.7 polegadas. Além disso, a companhia estaria planejando reformular seu Nexus 10 com um hardware mais potente.
Google prepara novos dispositivos Nexus para 2013 (Foto: Divulgação/Google)
Uma fonte sul-coreana detalhou o possível hardware do Nexus 5 e o seu preço: US$ 299 (cerca de R$ 600). Além do novo display de cinco polegadas FullHD, o modelo teria um processador quad-core Nvidia Tegra 4, 2 GB de memória RAM e versões de 8 e 16 GB de armazenamento interno. O aparelho traria ainda uma câmera traseira de 13 megapixels e uma frontal de 3 megapixels.
Além das duas novidades, o Google ainda deve investir em uma nova versão do tablet Nexus 10, criado em parceria com a Samsung. De acordo com o siteBright Side of News, muitos usuários do aparelho têm reclamado de travamentos e desempenhos ruins, o que levaria a gigante das buscas a melhorar o hardware do seu tablet. O novo Nexus 10 ganharia um processador quad-core, entre outras melhorias, mantendo seu display de alta definição e sua RAM de 2 GB. O aparelho seria revelado durante a MWC 2013, em fevereiro.A outra notícia diz respeito ao tablet Nexus 7, que também tem um sucessor a caminho. O rumor aponta que o aparelho se chamará Nexus 7.7 e trará um display com resolução maior, com 1920×1200 pixels e exibindo 294 pixels por polegada. Para efeitos de comparação, o iPad Mini traz um display de 7,9 polegadas, com resolução de 1024×768 pixels e exibe 162 pixels por polegadas. O hardware desse novo tablet deve ser o mesmo do futuro Nexus 5, porém com câmeras de menor resolução.
Já os Nexus 5 e Nexus 7.7, além da versão 5.0 do Android, a Key Lime Pie, devem ser apresentados durante o evento Google I/O Conference, que será realizado até julho deste ano. Até lá, novas informações devem surgir.
Assim como as TVs, monitores também deverão suportar resoluções Ultra HD nos próximos anos, mas será que estamos preparados para tanto?
A CES 2013, realizada no início deste mês, revelou para o público qual será a principal característica da próxima geração de televisores: a resolução 4K. Praticamente todas as grandes empresas, como Samsung, Sony, Sharp e LG, trouxeram para a feira os seus primeiros aparelhos com suporte à resolução de 4096x2160 pixels.
Se a resolução Full HD apenas agora está se firmando no mercado, as telas 4K parecem ser a próxima aposta da indústria, com os primeiros aparelhos devendo chegar aos consumidores norte-americanos no segundo semestre deste ano. Entretanto, nem só as TVs ganharão novidades.
A primeira geração de monitores 4K
Depois da entrada dos aparelhos de TV 4K no mercado, a indústria deve apostar no lançamento de monitores 4K. A resolução Ultra HD permitirá, em telas menores, uma densidade de pixels maior, o que poderia garantir uma melhor percepção mesmo de gráficos de jogos cuja resolução esteja longe da ultra definição.
A princípio, essa novidade ainda está longe de chegar aos consumidores, em especial por duas razões. A primeira delas é o preço. Estima-se hoje que um monitor compatível com essa resolução, caso fosse lançado, deveria custar em média entre US$ 5 mil e US$ 6 mil (algo entre R$ 10 mil e R$ 12 mil, sem impostos), ou seja: caro demais até mesmo para o mercado internacional.
O segundo motivo é a ausência de conteúdo nesse formato, algo que levará pelo menos dois anos para se tornar uma hipótese considerável. A maioria dos jogos na atualidade ainda é desenvolvida para que sejam executados em 720p. Aos poucos, o padrão 1080p começa a ganhar força, mas ainda está longe de ser a maioria.
Fazendo uma comparação mais simplória, seria como se você tivesse uma Ferrari à disposição, mas só pudesse utilizá-la como passageiro e não como motorista. Obviamente, haveria uma melhora significativa na maneira como você percebe os gráficos, mas pagar uma quantia tão alta por isso seria injustificável.
A briga está apenas começando
Pelo menos três competidores já deram os primeiros passos nesse segmento: ViewSonic, Sharp e LG. A ViewSonic levou para a CES 2013 o monitor VP3280-LED, um protótipo de monitor com tela de 32 polegadas avaliado em US$ 20 mil (o equivalente a R$ 40 mil sem impostos).
O produto permitiria a exibição de conteúdos em 4K, e experiências com jogos mostraram a capacidade de rodar conteúdo a uma resolução superior a 1440p. O modelo, entretanto, não tem previsão de lançamento e ainda deverá passar por muitas modificações antes de ser anunciado de fato para o consumidor.
Já a Sharp, com sua tecnologia IGZO, planeja colocar no mercado japonês o monitor LCD PN-K321. Com tela de 32 polegadas, ele entregaria imagens com uma resolução de 3840x2160 pixels, qualidade final quatro vezes superior à das telas Full HD. A estimativa de preço é de US$ 5,5 mil (o equivalente a R$ 11 mil sem impostos), mas não há nenhuma data confirmada.
Por fim, outra iniciativa já conhecida nesse segmento é a da LG, que também levou para a CES 2013 um monitor de 30 polegadas compatível com a resolução 4K. Porém, não há informações sobre preço ou uma possível data de lançamento. Por enquanto, são apenas protótipos e projetos em estágio inicial, mas o caminho até eles parece não ter volta.
Olhe para as TVs 3D existentes no mercado hoje. Há pouco mais de dois anos, o Tecmundo apresentava o artigo “O que levar em consideração antes de comprar uma TV 3D?”, em que você podia conferir que o preço médio de um aparelho com essa tecnologia estava em torno de R$ 10 e R$ 12 mil.
Hoje, podemos encontrar aparelhos similares – e até melhores –, por preços que variam entre R$ 2 mil e R$ 3 mil. A procura aumentou, as tecnologias ficaram mais baratas e, por conta disso, o preço caiu. Fazer previsões no mundo da tecnologia é algo complicado, mas se levarmos em consideração o caso das TVs 3D é possível fazer uma projeção sobre quando os monitores 4K chegarão à sua mesa de trabalho.
Caso os primeiros modelos cheguem ao mercado norte-americano em 2014, podemos esperar mais um ano para que eles se estabeleçam também em território nacional, ainda que com preço alto. Falando em termos de competitividade, podemos acrescentar mais uns dois anos até que eles ganhem preços competitivos.
Ou seja, numa estimativa otimista, podemos afirmar que no Brasil em 2016 ou 2017 já será mais comum encontrar pessoas com um monitor 4K sobre a mesa. E até lá, em termos de gráficos, muita coisa deve acontecer, em especial com a chegada da nova geração de consoles, como PlayStation 4 e Xbox 720.
A primeira rocha marciana analisada pela Curiosity apresentou uma composição mais variada do que as amostra conhecidas pela NASA até então. A pedra se assemelha bastante a algumas rochas raras encontradas no interior da Terra.
A pedra foi batizada de “Jake Matijevic” e tem o tamanho de uma bola de futebol. Segundo os especialistas que tiveram acesso aos resultados, a análise das rochas é um processo fundamental para que possamos compreender elementos da formação do planeta.
“A rocha encontrada tem uma composição química bastante incomum, mas se assemelha muito às rochas ígneas encontradas em províncias vulcânicas da Terra”, explica Edward Stolper, do Instituto de Tecnologia da Califórnia. “Apenas uma rocha não é o suficiente para afirmar que Marte passou pelo mesmo processo, mas podemos começar a pensar sobre a sua origem a partir disso”, afirma.
Stopler afima de que a rocha encontra é uma espécie de “estranha”, mesmo em solo marciano. Sua composição é rica em elementos como feldspato e minerais e pobre em magnésio e ferro. A missão da Curiosity em Marte deve durar dois anos e pelo menos dez instrumentos diferentes serão utilizados para análise.
Supervelocidade é disponibilizada para comunidade londrina de empreendedores ligados à tecnologia.
Participantes do TechHub experimentam internet a 1,5 Gbps (Fonte da imagem: Divulgação / TechHub)
Participantes de um evento na cidade de Londres, capital da Inglaterra, começam a experimentar a conexão com a internet a 1,5 Gbps de velocidade. A supervelocidade é oferecida pela Virgin Media e supera em 50% o 1 Gbps oferecido pela Google em algumas cidades dos Estados Unidos, sendo assim a conexão mais rápida do mundo.
Com downloads de até 1,5 Gbps e uploads alcançando a incrível marca de 150 Mbps, a rede DOCSIS2 supera de longe as maiores velocidades oferecidas atualmente não somente na Inglaterra, mas em todo o mundo. Os felizardos testadores da nova rede se restringem participantes do TechHub, uma espécie de feira de empreendedores da tecnologia em que serão realizadas apresentações usando a superconexão.
Filme asiático será uma continuação de 3D Sex and Zen, o primeiro título tridimensional da arte erótica.
Alina Hsu é a atriz mais cotada para protagonizar o filme (Fonte da imagem: Reprodução/Daily Chilli)
Depois de lançar o primeiro filme erótico 3D do mundo (3D Sex and Zen), o produtor Stephen Shiu vai inovar mais uma vez, desta vez com um título em quatro dimensões. Segundo o site Daily Chilli, trata-se de uma continuação para o título anterior, que vai se chamar "4D Sex and Zen: Slayer of a Thousand from the Mysterious East" (algo comoMatador de Mil do Leste Misterioso).
Além das três dimensões de imagens, os cinemas serão equipados com cadeiras vibratórias, que farão com que os espectadores se sintam mais imersos na atmosfera do filme. Ainda não existe uma data para o lançamento da continuação e, muito provavelmente, não será possível vê-lo nos cinemas brasileiros.
Quem nunca se pegou pensando no quanto seria bom se o teletransporte realmente existisse? Quando se está atrasado em meio a um trânsito caótico e parado ou naqueles momentos em que sentimos saudades de alguém que está longe, uma tecnologia desse tipo viria bem a calhar. Afinal de contas, quem não gostaria de viajar muitos quilômetros em poucos segundos e chegar ao outro lado sem cansaço?
A ideia do teletransporte é um dos pilares fundamentais da saga “Jornada nas Estrelas”. Utilizada pelos exploradores intergalácticos do seriado para os mais diversos fins, a tecnologia gerou até mesmo um jargão clássico, o “Beam me up, Scotty”, proferido tantas vezes pelo Capitão Kirk.
Apesar de parecer uma ideia extremamente útil e maravilhosa, capaz de resolver os problemas de transporte e facilitar a vida da humanidade, a aplicação dela no mundo real é bem mais complexa. A ideia envolve ainda implicações tecnológicas, logísticas e, por que não, filosóficas.
Organismo não é tão simples quanto pensa
Vamos começar do princípio. O teletransporte não consiste apenas em transportar um corpo de um ponto a outro do espaço. Não se trata apenas de braços, pernas, cabeça e órgãos internos. Temos também milhares de microrganismos que não necessariamente fazem parte do nosso DNA, mas estão dentro do nosso corpo e auxiliam no funcionamento normal do organismo e em sua proteção. Ou não.
Estamos falando, por exemplo, da flora intestinal e outras bactérias que nos ajudam em nossa batalha diária por sobrevivência ou estão simplesmente repousando em nosso corpo. Além delas, outros milhões de microrganismos estão no ar a todo momento, flutuando calmamente por aí. Uma máquina de teletransporte, então, teria que lidar com todas estas formas de vida diferentes ao mesmo tempo, e um cálculo errado poderia resultar em catástrofe.
É o caso, por exemplo, do filme “A Mosca”, no qual um cientista faz um experimento desse tipo e acaba fundido com um inseto, transformando-se em uma horrenda criatura. Tudo por um erro simples: a máquina não soube o que fazer com os dois organismos e os interpretou como um só. O resultado disso é um terror, literalmente.
Uma solução seria catalogar todos os tipos de bactérias que poderiam, de alguma forma, estar presentes no corpo, e diferenciá-las daquelas que estão apenas no ar. Algo que nem mesmo a ciência conseguiu até hoje...
Um zilhão de kilobytes!
Um dos princípios básicos do teletransporte é a transformação do indivíduo em informação, que seria transferida para outro local e utilizada para recompô-lo. É preciso, então, de espaço para armazenar todos esses dados. E acredite, nenhum HD é grande o bastante para isso.
Data center do Facebook, nos EUA (Fonte da imagem: Tento Aprender)
Vamos supor que toda a informação contida em um único átomo do nosso corpo seja o suficiente para ocupar uma página inteira de um documento. Partindo dessa concepção, o total necessário para armazenar todos os dados do organismo seria de cerca de 909 milhões de gigabytes. Mais do que, por exemplo, o utilizado pelo Facebook para guardar todas as informações sobre seus usuários. E tudo isso ocupado por apenas um único indivíduo. Não vamos nem falar sobre o espaço físico e poder de refrigeração necessários para que tudo isso funcione.
Chegamos então a mais uma questão prática. Por mais rápida que seja sua internet, com certeza você já ficou impaciente ao baixar um arquivo daqueles mais pesadões. Nem mesmo a conexão mais rápida do mundo seria capaz de transferir o volume de dados de uma pessoa instantaneamente, exigindo pelo menos algumas horas de espera. É claro que a tendência é que as velocidades de conexões aumentem, mas, ainda assim, imaginar uma banda de 909 milhões de GBps é algo absurdo.
Há ainda um último ponto: as interferências que podem interromper ou sujar o sinal emitido. Estamos suscetíveis a elas o tempo todo. Seja pela chuva que causa chuviscos em sua TV ou pela radiação solar e cósmica que nosso planeta recebe constantemente, pedaços do seu corpo poderiam se perder pelo caminho, resultando em bizarrices inimagináveis na hora da remontagem do indivíduo.
De olho na conta de luz
O corpo humano é uma verdadeira usina elétrica. Enquanto você lê este artigo, está produzindo e gastando energia. Suas unhas estão crescendo, seu cérebro está funcionando, você está se mexendo e inúmeras funções estão ocorrendo ao mesmo tempo. Tudo isso está consumindo energia, mas o lado bom é que você não precisará pagar uma conta de luz por isso.
Isso não é válido, porém, para os operadores de teletransporte, que gastarão incontáveis unidades de energia para reconstituir seu corpo. Cientistas da atualidade já são capazes de, com milhares de raios em um acelerador de partículas, criar alguns microgramas de antimatéria. Porém, nem mesmo toda a energia do Sol seria suficiente para recriar um corpo completamente. Sendo assim, o teletransporte torna-se praticamente inviável.
Para ser transportado, o corpo do indivíduo também deve ser transformado em energia. Uma quantidade absurda de energia, muito maior que o poder de uma bomba atômica, e capaz de gerar uma explosão de milhares de quilômetros. Não existe material ou método capaz de conter tamanha potência.
É você, mas não exatamente
Teletransportar algo é, basicamente, transformar o corpo em informação e levá-lo para outro lugar. A grande questão, porém, é que o indivíduo resultante do processo, apesar de idêntico em forma de conteúdo, não é o original. O ser primário, que nasceu do ventre de uma mãe, foi vaporizado e não existe mais. O resultante é uma cópia.
Entra aí toda uma questão filosófica: será que o indivíduo que saiu da máquina de teletransporte é realmente o mesmo que entrou nela? O que define um ser humano como “verdadeiro”? A consciência, a alma, as células ou átomos que constituem o corpo? Como provar que a pessoa continua a mesma?
Apesar disso tudo, uma verdade é certa: você morreu a partir do momento em que foi transformado em meros dados sendo transportados por uma rede. Torça bastante para que o processo funcione e você saia como uma cópia idêntica do outro lado.
Dados violados
Os motivos citados até agora impossibilitam completamente a transformação do teletransporte em realidade. Mas vamos supor que a humanidade tivesse passado por cima de todas essas barreiras e realmente obtido sucesso na ideia. Quem garante que os dados dos seres humanos seriam invioláveis?
Se manipuladas, as informações genéticas, mentais e físicas dos seres teletransportados poderiam servir para possibilidades infinitas. Pensando pelo lado do bem, seria possível, por exemplo, trabalhar os dados em computador para acabar com células cancerígenas, tratar doenças apenas deletando seus focos ou realizar cirurgias instantâneas.
Um transplante, por exemplo, poderia ser realizado sem incisão, apenas substituindo os dados do órgão original pelos de um novo. Plásticas também se tornariam bem mais rápidas, bastando apenas alterar o tamanho do nariz ou dos seios no computador.
Porém, as mesmas hipóteses também podem ser utilizadas por pessoas nada bem intencionadas. Criminosos procurados poderiam mudar completamente de aparência e sexo apenas com um teletransporte, enquanto desafetos poderiam ser assassinados sem rastros, com um simples pressionar do botão “Delete” na pasta que armazena seus dados. Um verdadeiro mercado negro de informações sobre seres humanos se formaria.
Ainda, a espionagem seria facilitada com o acesso total a memórias e conhecimentos do indivíduo. Memórias poderiam ser apagadas ou inseridas sem que o teletransportado tivesse ideia do que houve. E o mundo viveria uma era em que nada mais poderia ser real.
É, acho que é melhor aprendermos a conviver com a saudade e o trânsito...
Capa da invisibilidade um passo mais próxima da realidade
Sistema utiliza o mesmo princípio das miragens em desertos e estradas para criar a sensação visual de desaparecimento de um objeto.
Ser invisível, como no filme "O Homem Sem Sombra", ainda é um sonho distante, mas uma capa de tecido feito com material que reflita a luz de forma a tornar seu usuário invisível está mais próxima da realidade. Cientistas da Universidade de Dallas, no Texas, desenvolveram um sistema de nanotubos de carbono, que cria um efeito de miragem para esconder a si mesmo.
A criação utiliza uma fina folha de aerogel com nanotubos de carbono altamente alinhados como fonte de calor. A combinação entre a baixa capacitação térmica e a alta capacidade de transferência térmica da estrutura transparente permite que se criem modulações de alta frequência na superfície do experimento, provocando uma mudança rápida no índice de refração de materiais gasosos ou líquidos em contato com a folha.
Na prática, isso quer dizer que o objeto não se torna transparente em si, mas faz com que o meio ao redor dele reflita a luz de uma forma não usual, fazendo parecer que ele não está ali.
Nesta semana, Sergey Brin foi visto no metrô de Nova York com o seu já habitual traje favorito: o Google Glass. E pelo visto os primeiros a receberem a tecnologia não terão que esperar muito tempo mais, pois o próprio cofundador da Google — e atual presidente de tecnologia da empresa — afirmou que o Google Glass Explorer Edition deve chegar aos desenvolvedores ainda neste primeiro semestre.
O Google Glass Explorer Edition é a versão para desenvolvedores que foi apresentada durante o último Google I/O, em 2012. Os presentes no evento puderam encomendar a referida versão do Google Glass pela quantia de US$ 1.500. Com ele, será possível experimentar as diversas funcionalidades disponíveis e criar novos aplicativos, garantindo que a plataforma seja lançada com muitos recursos inovadores.
Mas para quem está assustado com os US$ 1.500 cobrados pela Google para essa verão do Google Glass, aí vai uma boa notícia. O próprio Sergey Brin afirma que a versão disponibilizada para os consumidores será muito mais barata — sendo muito mais acessível do que a atual. Agora, só nos resta esperar pelas novidades.